terça-feira, 26 de junho de 2007

VOLTANDO NO TEMPO PARA ENTENDER A REDE GLOBO

Leitores e leitoras do blog, existe uma frase de um autor desconhecido (pelo menos nunca achei o autor da frase quando pesquisei na internet) que pronuncia que "um povo que não conhece a sua história está condenado a repetí-la". Hoje durante o trabalho um amigo meu me disse que a concessão de funcionamento da Rede Globo vence em outubro próximo. Não tenho fontes para confirmar a informação, mas ele me passou isso.

Todos nós sabemos que a Globo tem uma participação muito forte na vida política do país, mas suas mazelas, por serem pouco conhecidas e difundidas, são pouco combatidas. Para que possamos saber a quais interesses a maior rede de TV do país serve, deixo abaixo links de dois vídeos que mostram de forma muito transparente a quem a Rede Globo serve e como ela construiu seu império midiático ao longo da ditadura militar.

O primeiro link trata do documentário produzido no começo dos anos 90 pelo britânico Simon Hartog, Além do Cidadão Kane. O documentário mostra de forma fidedigna como a Rede Globo foi criada para servir de meio de comunicação oficial do regime militar e como ela pode ser decisiva para a vida política do país desde sua fundação até hoje.

O nome do documentário se deve ao clássico do cinema Cidadão Kane, de Orson Whelles, no qual o próprio Whelles interpreta Charles Foster Kane, um poderosíssimo magnata que construiu seu império através da especulação midiática. Procurem o filme na locadora mais próxima!

Como o documentário é longo, sugiro ao leitor e à leitora que deixem o documentário carregando e leiam um livro enquanto isso.
O segundo link está acompanhado do texto que consiste na carta de direito de resposta lido pelo Cid Moreira, de autoria do saudoso Leonel Brizola. Ainda que eu não tenha tanta afinidade assim com os pensamentos políticos de Brizola, seria um crime descartar a importância de sua história para a vida política do país. Além de ser vítima de um golpe frustrado da Globo nas eleições para o governo do estado do RJ em 1982, como mostra Além do Cidadão Kane, a carta de direito de resposta derruba o véu de qualquer indício de honestidade jornalística que a Globo poderia ter.
Abaixo do link, segue o texto do direito de resposta de Brizola na íntegra para aqueles que queiram ver o vídeo (na verdade ouvir) e acompanhar pelo texto escrito.

Bons vídeos a todos!



"Em cumprimento à sentença do juiz de Direito da 18ª Vara Criminal da Cidade do Rio de Janeiro, em ação de direito de resposta, movida contra a TV Globo, passamos a transmitir a nota de resposta do sr. Leonel de Moura Brizola.

"Todos sabem que eu, Leonel Brizola, só posso ocupar espaço na Globo quando amparado pela Justiça. Aqui cita o meu nome para ser intrigado, desmerecido e achincalhado, perante o povo brasileiro. Quinta-feira, neste mesmo Jornal Nacional, a pretexto de citar editorial de ‘O Globo’, fui acusado na minha honra e, pior, apontado como alguém de mente senil. Ora, tenho 70 anos, 16 a menos que o meu difamador, Roberto Marinho, que tem 86 anos. Se é esse o conceito que tem sobre os homens de cabelos brancos, que os use para si. Não reconheço à Globo autoridade em matéria de liberdade de imprensa, e basta para isso olhar a sua longa e cordial convivência com os regimes autoritários e com a ditadura de 20 anos, que dominou o nosso país.

Todos sabem que critico há muito tempo a TV Globo, seu poder imperial e suas manipulações. Mas a ira da Globo, que se manifestou na quinta-feira, não tem nenhuma relação com posições éticas ou de princípios. É apenas o temor de perder o negócio bilionário, que para ela representa a transmissão do Carnaval. Dinheiro, acima de tudo.

Em 83, quando construí a passarela, a Globo sabotou, boicotou, não quis transmitir e tentou inviabilizar de todas as formas o ponto alto do Carnaval carioca.

Também aí não tem autoridade moral para questionar. E mais, reagi contra a Globo em defesa do Estado do Rio de Janeiro que por duas vezes, contra a vontade da Globo, elegeu-me como seu representante maior.

E isso é que não perdoarão nunca. Até mesmo a pesquisa mostrada na Quinta-feira revela como tudo na Globo é tendencioso e manipulado. Ninguém questiona o direito da Globo mostrar os problemas da cidade. Seria antes um dever para qualquer órgão de imprensa, dever que a Globo jamais cumpriu quando se encontravam no Palácio Guanabara governantes de sua predileção.
Quando ela diz que denuncia os maus administradores deveria dizer, sim, que ataca e tenta desmoralizar os homens públicos que não se vergam diante do seu poder.

Se eu tivesse as pretensões eleitoreiras, de que tentam me acusar, não estaria aqui lutando contra um gigante como a Rede Globo.

Faço-o porque não cheguei aos 70 anos de idade para ser um acomodado. Quando me insulta por nossas relações de cooperação administrativa com o governo federal, a Globo remorde-se de inveja e rancor e só vê nisso bajulação e servilismo. É compreensível: quem sempre viveu de concessões e favores do Poder Público não é capaz de ver nos outros senão os vícios que carrega em si mesma.

Que o povo brasileiro faça o seu julgamento e na sua consciência lúcida e honrada separe os que são dignos e coerentes daqueles que sempre foram servis, gananciosos e interesseiros’.

Assina Leonel Brizola".

Lucas Rafael Chianello, além da grande mídia.

domingo, 24 de junho de 2007

AGORA COM MAIS TEMPO

Caríssimos leitores e caríssimas leitoras. Este blog surgiu com uma grande expectativa dos resultados que poderia ter. Porém, devido a provas na faculdade nessas últimas semanas, não foi possível continuar por esse blog o combate ao cerco midiático despolitizado imposto à população. Dentro desse contexto, anuncio que, agora que estou de férias da faculdade, o blog vai continuar o combate à mídia de forma mais intensa e para não passar em branco, ficará abaixo algumas considerações.

Uma boa leitura a todos e fiquem à vontade para se colocarem pró e contra as postagens.

- Lamentável a entrevista do escritor peruano Mario Vargas Llosa ao repórter Edney Silvestre, no Jornal da Globo, há mais ou menos duas semanas atrás. Para Llosa, a palavra liberalismo significa a conquista das liberdades individuais humanas. Ou seja, 2/3 da humanidade estão condenados a fome e o atual modelo econômico vigente no mundo tem sua origem no liberalismo clássico de Smith: os problemas sociais serão naturalmente resolvidos pelo mercado. Essa é a liberdade defendida por Llosa, que afirmou ter medo do "populismo" na América Latina e das ditaduras de Chavez e Fidel. Digam a ele que quem financiou as ditaduras militares nas décadas de 60 e 70 foram os EUA, principais defensores do liberalismo.

- A grande mídia cai em incoerência. Quando da queda do avião da Gol durante as eleições ano passado, deixou de noticiar o acontecimento para tentar alavancar a candidatura Alckmin com o escândalo do dossiê. Não tendo dado certo a tática, visto o crescimento de Lula no segundo turno em relação ao primeiro, ela agora quer derrubar o governo de qualquer forma escandalizando o atraso dos vôos nos aeroportos. O que a mídia quer? Que os controladores de vôo continuem a operar além do limite estabelecido para cada controlador ou que a Infraero também seja privatizada como na era FHC?

- Dois repúdios: o primeiro à matéria sensacionalista e infundamentada da Revista Veja sobre a indenização paga à família do Capitão Carlos Lamarca. Bolsa Terrorismo foi o que aconteceu durante as privatizações na era FHC. Enquanto o patrimônio do povo brasileiro era esbulhado por FHC e seus comparsas, o dinheiro das privatizações tomava rumo ignorado. A Veja também não tem moral para dizer que Lamarca queria implantar uma ditadura comunista no Brasil. Primeiro porque os autores dessa caluniosa, injuriosa e difamatória matéria não conhecem nada de ciência política e marxismo, pois o comunismo é o fim das classes sociais e do próprio Estado. Segundo porque Lamarca não queria implantar nenhuma ditadura no Brasil. Ele desertou do Exército para lutar contra a ditadura que essa instituição instaurou patrocinada pela CIA e pelo FBI e apoiada por grande parte das oligarquias que hoje controlam os meios de comunicação no país.

- O repúdio final fica à ex-senadora e presidente reeleita do PSOL, Heloisa Helena, que durante o I Congresso da sigla que preside disse que renovaria a concessão da RCTV (veja posts abaixo) e preferiria ter três minutos no Jornal Nacional para falar o que pensa. A Veja e a Globo com certeza pularam de alegria!

Lucas Rafael Chianello, além da grande mídia.

quinta-feira, 7 de junho de 2007

INFORMANTE DA POLÍCIA E NÃO DE NOTÍCIAS

O G8 não tem nenhum comprometimento com as soluções dos atuais problemas da humanidade, especialmente a pobreza e o meio ambiente em tempos de aquecimento global. Os oito países mais ricos do mundo sempre se reúnem para fazerem uma análise de conjuntura dos fatos atuais e dos problemas vividos pela humanidade para darem a esses problemas alguma solução baseada na visão de mundo neoliberal e elitista que visa manter a hegemonia da economia de mercado, a maior causa desses problemas. Se é que eles discutem as questões atuais como problemas, pois já lembrava Norberto Bobbio que para a direita as aberrações sociais são algo normal como o dia vem após a noite. Contrários a essa visão mercantilista do mundo, as reuniões do G8 sempre são marcadas por protestos, quando então entra em cena o papel da grande imprensa.

O encontro do G8 dessa semana que acontece em Heiligendamm, na Alemanha, está marcado por forte tensão. O belicista George Walker Bush, presidente da maior potência bélica da história da humanidade, chega a sede do encontro depois de passar pela República Tcheca e ter uma visita agendada na Polônia após a reunião do G8 para, em ambas, negociar a construção de bases militares dos EUA nesses países. Por mais que Bush se esforce em dizer que a Rússia não tem nada com isso, a preocupação do Primeiro Ministro russo Vladimir Putin tem razão de ser. Se nesta região do mundo só existe uma potência bélica, a Rússia, contra qual país os EUA construíriam um escudo ofensivo naquela região?

Em Rostock, cidade vizinha à sede do encontro, as manifestações contra o G8 são marcadas por ofensas à presunção de inocência, ao contraditório e a ampla defesa e aos direitos humanos. A grande mídia então entra em cena ao noticiar somente o número de policiais feridos nas manifestações, mas não dá o devido destaque à pauta da reunião do G8. Sabemos que há manifestação e violência em Rostock, mas mesmo tendo o direito à informação não ficamos sabendo o que pensam os defensores da economia de mercado sobre os atuais problemas vividos pela humanidade.

Pelas imagens das manifestações, ainda que veículadas na grande mídia, vemos que enquanto os manifestantes vão às ruas descamisados com palavras de ordem escritas em seus corpos e bandeiras, os policiais do primeiro mundo são muito bem equipados. Escudo, armas, jatos d´água e capacete fariam inveja a exércitos de países subdesenvolvidos. Com todo esse equipamento e preparação recebidos despendidos pelo erário do primeiro mundo, não há como numa estimativa de 1000 feridos, 450 serem policiais! É inconcebível, nessa situação de uma polícia hiper bem equipada, 45% dos feridos serem os responsáveis pela segurança do encontro dos destruidores do mundo!

A grande mídia brasileira, porta-voz dos argumentos da redução da maioridade penal, nos programas policiais como o antigo Aqui Agora, o Linha Direita e o Brasil Urgente, passa-nos a idéia de que no Brasil não há justiça, que deveríamos nos basear nos países do primeiro mundo para mudarmos a nossa legislação e fazermos justiça. E qual justiça há nesses países, onde manifestantes em menos de uma semana são condenados a 10 meses de prisão? Onde foram parar os princípios da presunção de inocência, do contraditório e da ampla defesa, criados por esses países?

Mais uma vez a grande mídia exerce o poder que tem de fato e não de direito, o poder de polícia judiciária, pois enquanto divulga números absurdos de violência policial, omite a todos a pauta que o G8 quer impor aos países que subjugam.

Lucas Rafael Chianello, além da grande mídia.

domingo, 3 de junho de 2007

SOLIDARIEDADE GLOBAL A RCTV DIRETO DE MARACAIBO

Ontem a noite no programa Altas Horas, da Rede Globo, Serginho Groisman, por pouquíssimos minutos, promoveu uma teleconferência com um jovem brasileiro residente em Maracaibo, Venezuela. Não sei se por curiosidade própria ou por mando dos chefões da Rede Globo, Serginho fez a pergunta do momento que o jornalismo corporativo do grande capital não quer calar: como o povo venezuelano estava reagindo ao fechamento da RCTV.

Insisto em passar a informação aos leitores deste blog que na verdade a RCTV não foi fechada, ela não teve a sua concessão renovada, é uma situação diferente da que a grande mídia nos quer passar.

Relatando o clima na Venezuela, o jovem brasileiro, demonstrando na sua fala com algumas gaguejadas não estar realmente convicto da realidade dos fatos, disse que a RCTV foi fechada porque ela atacou Chavez em abril de 2002. Durante a fala dele, a Globo mostrava rapidamente imagens de alguns venezuelanos presentes no estúdio da RCTV no dia da sua última transmissão, algumas pessoas que escreviam de branco no vidro de um carro aparentemente acessível às classes economicamente altas as iniciais da Radio Caracas Television (RCTV), além de mais algumas pessoas terem enfrentado a polícia contra o "fechamento" da RCTV.

Detalhe: posso estar errado e me dou ao privilégio de rever as imagens para, em caso de erro, rever minha postagem, mas até então as imagens da Globo mostram aquilo que popularmente chamamos de "meia dúzia de gatos pingados" protestando contra o fim da RCTV. Entretanto, a maior emissora de TV brasileira nunca se deu ao luxo de mostrar a imensa quantidade de pessoas presentes nas passeatas pró revolução bolivariana. Quando da tentativa de derrubada de Chavez em 2002, por exemplo, a Globo apenas mostrou o discurso de Chavez após o reestabelecimento da ordem constitucional, mas em momento algum mostrou os dois milhões de venezuelanos que ficaram mais de doze horas nas grades e ruas próximas ao Palácio Miraflores pedindo a volta de Hugo Chavez!

Infelizmente, o jovem brasileiro entrevistado por Groisman não sabe o que acontece no país onde mora. A RCTV não foi fechada porque era inimiga de Chavez. Ela não teve sua concessão renovada porque usou de uma concessão pública para descumprir a lei e tentar dar um golpe de Estado, atentando contra a ordem constitucional venezuelana.

Lucas Rafael Chianello, além da grande mídia.

OBSERVANDO PARA NÃO CAIR NA INCOERÊNCIA

Publiquei na postagem anterior que o Senado aprovou uma nota de protesto (ou repúdio, o nome que quiserem dar) contra a não renovação da concessão da RCTV pelo governo do Presidente Hugo Chavez. Nesta publicação, mencionei que o documento do Senado tinha assinaturas de mandatários do PT.

Entretanto, faço aqui uma observação mesmo antes de ser requerido a fazê-la: obtive a informação pela Folha de S. Paulo. Se a intenção desse blog é ir Além da Grande Mídia, que a informação seja confirmada por outras fontes. Do contrário, eu não estaria questionando informações dadas pelos grandes meios de comunicação, deixando de honrar o nome do blog.

Para finalizar, relato que acessei o sítio eletrônico do Senado Federal e que não encontrei nenhum documento do tipo, pouco menos os possíveis signatários.

Lucas Rafael Chianello, além da grande mídia.

sábado, 2 de junho de 2007

CHAVEZ E LULA ESTÃO CERTOS

A imprensa não descansa. Representada pelos defensores do grande capital, ela reconhece que a onda socialista e progressista vivida pela América Latina a partir da primeira década do terceiro milênio é uma ameaça ao fim de sua existência.

O Senado brasileiro, nesta sexta-feira 01/06/2007, aprovou uma nota de repúdio (inclusive, para o meu pesar, com assinaturas de mandatários do PT) se posicionando contra a não-renovação da concessão da RCTV pelo governo eleito democraticamente do Presidente Hugo Chavez. Tal atitude fez com que Chavez respondesse que o Senado brasileiro era papagaio dos EUA.

Para muitos, uma atitude provocadora. A imprensa nada de braçada para malhar Chavez enquanto o assunto render noticiário no mais novo (não tão novo assim) método de cobertura jornalística brasileira: o pseudoclamor de ética na política, pois ninguém clamou por ética quando a Globo editou o debate de 1989 entre Collor e Lula, ninguém clama por ética quando os meios de comunicação se referem a Fidel Castro como ditador, ninguém da imprensa clamou por ética quando FHC disse que os aposentados eram vagabundos, ninguém clamou por ética quando após as privatizações a dívida externa aumentou em dez vezes, etc, etc e etc. Leia-se ninguém a direita brasileira.

Chavez está certo, o Senado brasileiro é papagaio dos EUA, afinal, a RCTV não teve uma concessão pública renovada e participou abertamente de uma tentativa de golpe de Estado financiada pelos EUA contra Chavez em 2002. Logo, um golpe patrocinado pelos EUA deu errado e se Senadores brasileiros repudiam o fechamento de uma entidade que foi patrocinada pelos EUA para dar um golpe, eles repudiam o fechamento de uma entidade laranja do império. Portanto, são sim papagaios dos EUA.

Lula, na qualidade de estadista, disse muito bem: cada país deve resolver seus problemas internos sem interferências externas. Mas aí alguém vem e pergunta para o autor desse artigo: se é assim, então por que Chavez está certo em dizer que o Senado brasileiro é papagaio dos EUA? Simples resposta: por que quem começou o debate foi o Senado brasileiro aprovando uma nota de repúdio de uma questão a ser resolvida internamente pela Venezuela.

Conclusão: nesse episódio, Chavez e Lula estão certos. O Senado brasileiro é papagaio dos EUA, mas cada qual com seus problemas internos a serem resolvidos.
Lucas Rafael Chianello, além da grande mídia.

APRESENTAÇÃO

Caro leitor, nesta madrugada de sexta para sábado, iniciamos as atividades do nosso blog. É impossível conceber a construção da igualdade social lendo a sociedade somente através dos fatos noticiados pelos conservadores. Claro, é difícil abordar todas as mazelas da grande mídia, mas sempre que pudermos atuar como questionadores e defensores de um ponto de vista alternativo, estaremos aqui cumprindo a nossa função de "pedra no sapato" da grande mídia. E com muita honra! Somos dialéticos, e dialética é a contraposição de duas versões diferentes para o mesmo fato. A nossa versão, dentro do contexto dialético, é a socialista, a alternativa.

E a grande mídia, como não poderia deixar de ser, (re)aproveitou para malhar estadistas socialistas novamente. Veja você mesmo na postagem a seguir. A princípio, uma boa e eterna jornada de questionamentos das notícias da grande mídia a todos.